Recebe a queixa pronta e não sabe por onde começar a investigar.
A família diz uma coisa, a escola diz outra, e você fica sem um caminho claro. Queixa não é hipótese, mas na prática é difícil separar uma da outra.
Mentoria em grupo para psicopedagogas, neuropsicopedagogas e profissionais da aprendizagem.
A família diz uma coisa, a escola diz outra, e você fica sem um caminho claro. Queixa não é hipótese, mas na prática é difícil separar uma da outra.
O escore chega e o relatório vira uma lista de números. Falta a análise qualitativa de como a criança inicia, erra, corrige e se organiza.
Anamnese, escola, observação, instrumentos e contexto não se conversam. Sem integração, você hesita em sustentar ou descartar uma hipótese.
Quer um relatório que demonstre raciocínio clínico, com conclusões cautelosas e recomendações realmente ligadas aos achados.
“Memória de trabalho baixa” não é um objetivo terapêutico. Falta transformar o achado em necessidade, objetivo, estratégia e indicador de evolução.
“Se alguma dessas situações é a sua realidade, a Mentoria de Aperfeiçoamento da Prática Profissional é o próximo passo para mudar a sua atuação.”
A proposta
Não é uma mentoria sobre “quais testes usar para TDAH”. É um percurso para sair do “eu aplico, observo e escrevo” e passar a atuar com raciocínio clínico, integração dos dados, tomada de decisão e planejamento individualizado, dentro dos limites da sua atuação.
Nem tudo que parece TDAH é TDAH.
Nem toda dificuldade de leitura é dislexia.
Nem todo comportamento rígido significa TEA.
Nesta mentoria
Aprenda a não aceitar a queixa pronta: separe queixa de hipótese, compare o que família e escola dizem e formule perguntas investigativas. Prática: mapa de investigação com a Matriz da Pergunta Clínica.
Construa avaliações individualizadas: o que investigar, por que avaliar e se o instrumento responde à sua pergunta. Prática: três crianças, a mesma queixa, três avaliações diferentes.
Vá além do escore: como a criança inicia, mantém a tarefa, erra e se autocorrige. Prática: análise de protocolos e casos anonimizados.
Junte as peças (anamnese, escola, observação, instrumentos e contexto) e compare hipóteses concorrentes. Prática: Mesa Clínica com um caso complexo.
Desenvolva o pensamento diferencial entre TDAH, TEA, transtornos de aprendizagem, TPAC, altas habilidades, ansiedade, sono, telas e lacunas pedagógicas.
Transforme dados em narrativa clínica, escreva divergências e hipóteses com cautela e recomende apenas o que se liga aos achados.
Do achado ao indicador de evolução: necessidade, objetivo, estratégia e acompanhamento. Prática: plano terapêutico a partir de um caso completo.
Cada participante traz um caso real anonimizado e percorre, com Amanda, da queixa aos próximos passos. Você sai com seu Plano de Desenvolvimento Profissional.
Tudo isso em 8 encontros de 2 horas, em grupo de até 10 profissionais.
Objetivo: Aprender a não aceitar a queixa pronta.
Prática: A partir de uma queixa inicial, o grupo constrói coletivamente o mapa de investigação.
Ferramenta: Matriz da Pergunta Clínica
Objetivo: Aprender a construir uma avaliação individualizada, pensando antes de escolher instrumentos.
Prática: Três crianças chegam com a mesma queixa, “dificuldade escolar”: o grupo monta três avaliações diferentes.
Objetivo: Aprofundar a análise qualitativa.
Prática: Análise de protocolos ou casos anonimizados.
Objetivo: Aprender a juntar as peças.
Prática: Mesa Clínica: o grupo recebe um caso complexo e defende suas hipóteses com evidências.
Objetivo: Desenvolver o pensamento diferencial.
Prática: “Qual hipótese você seguiria e por quê?”
Objetivo: Transformar dados em narrativa clínica.
Prática: Reconstrução coletiva de uma conclusão frágil.
Objetivo: Fazer a avaliação mudar a intervenção.
Prática: Construção de um plano terapêutico a partir de um caso completo.
Objetivo: Um encontro diferente dos demais: cada participante traz um caso real anonimizado.
Ferramenta: Plano de Desenvolvimento Profissional

Sua mentora
Neuro/Psicopedagoga, Educadora Especial, Mentora e Supervisora Educacional. Atua com avaliação e intervenção, presencial em Foz do Iguaçu (PR) e online, e orienta pais e profissionais em suas jornadas.
É aplicadora com certificação ADOS-2 para avaliação relacionada ao TEA e compartilha, no Instagram, conteúdos sobre aprendizagem, dislexia e prática clínica.
Na mentoria, Amanda conduz o raciocínio do grupo sem entregar a resposta pronta: o objetivo é que você desenvolva critério para decidir com segurança nos seus próprios casos.
Falar com a AmandaConteúdos sobre aprendizagem, desenvolvimento e prática neuro/psicopedagógica em @amandaberg.psico.
Te ajudo a dominar a prática em neuro e psicopedagogia e oriento pais na consultoria.
Transformando vidas e carreiras 👇
Para psicopedagogas, neuropsicopedagogas e profissionais da aprendizagem que já estão em atuação e querem aprofundar a prática, com mais raciocínio clínico, integração dos dados e planejamento individualizado.
São 8 encontros de 2 horas, em grupo de até 10 profissionais. Cada encontro tem uma prática: construir mapas de investigação, montar avaliações, analisar protocolos anonimizados, defender hipóteses em mesa clínica e elaborar planos de intervenção.
Não. A proposta não é “diagnosticar tudo”, e sim ensinar a pensar: formular perguntas, escolher instrumentos com propósito, comparar hipóteses e reconhecer os limites da atuação profissional.
No último encontro, cada participante traz um caso real anonimizado para a supervisão clínica em grupo. Durante os demais encontros, o grupo trabalha com casos e protocolos apresentados na mentoria.
As vagas são limitadas a 10 profissionais por turma. Valores, datas e formas de pagamento são enviados pelo WhatsApp: basta entrar na lista e a Amanda retorna com todas as informações.
Vagas limitadas a 10 profissionais
Entre na lista e receba as datas, os valores e todas as informações da próxima turma.
Você será direcionada para o WhatsApp da Amanda Berg.