Amanda Berg Entrar na lista

Aprenda a avaliar e intervir com raciocínio clínico.

Mentoria em grupo para psicopedagogas, neuropsicopedagogas e profissionais da aprendizagem.

  • 8 encontros
  • 2h cada
  • 10 vagas
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Amanda Berg, Neuro/Psicopedagoga e mentora

A mentoria é para você que:

Recebe a queixa pronta e não sabe por onde começar a investigar.

A família diz uma coisa, a escola diz outra, e você fica sem um caminho claro. Queixa não é hipótese, mas na prática é difícil separar uma da outra.

Aplica instrumentos, mas não sabe o que o resultado não mostra.

O escore chega e o relatório vira uma lista de números. Falta a análise qualitativa de como a criança inicia, erra, corrige e se organiza.

Tem dificuldade para integrar os dados do caso.

Anamnese, escola, observação, instrumentos e contexto não se conversam. Sem integração, você hesita em sustentar ou descartar uma hipótese.

Escreve relatório “teste por teste”.

Quer um relatório que demonstre raciocínio clínico, com conclusões cautelosas e recomendações realmente ligadas aos achados.

Avalia bem, mas a intervenção não muda depois da avaliação.

“Memória de trabalho baixa” não é um objetivo terapêutico. Falta transformar o achado em necessidade, objetivo, estratégia e indicador de evolução.

“Se alguma dessas situações é a sua realidade, a Mentoria de Aperfeiçoamento da Prática Profissional é o próximo passo para mudar a sua atuação.”

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A proposta

Aprender a pensar, não a decorar protocolos.

Não é uma mentoria sobre “quais testes usar para TDAH”. É um percurso para sair do “eu aplico, observo e escrevo” e passar a atuar com raciocínio clínico, integração dos dados, tomada de decisão e planejamento individualizado, dentro dos limites da sua atuação.

Nem tudo que parece TDAH é TDAH.

Nem toda dificuldade de leitura é dislexia.

Nem todo comportamento rígido significa TEA.

Nesta mentoria

Você vai aprender

Do sintoma à pergunta clínica

Aprenda a não aceitar a queixa pronta: separe queixa de hipótese, compare o que família e escola dizem e formule perguntas investigativas. Prática: mapa de investigação com a Matriz da Pergunta Clínica.

Avaliação com propósito

Construa avaliações individualizadas: o que investigar, por que avaliar e se o instrumento responde à sua pergunta. Prática: três crianças, a mesma queixa, três avaliações diferentes.

O que o resultado NÃO mostra

Vá além do escore: como a criança inicia, mantém a tarefa, erra e se autocorrige. Prática: análise de protocolos e casos anonimizados.

Raciocínio clínico e integração dos achados

Junte as peças (anamnese, escola, observação, instrumentos e contexto) e compare hipóteses concorrentes. Prática: Mesa Clínica com um caso complexo.

Casos que confundem

Desenvolva o pensamento diferencial entre TDAH, TEA, transtornos de aprendizagem, TPAC, altas habilidades, ansiedade, sono, telas e lacunas pedagógicas.

Relatório que demonstra raciocínio

Transforme dados em narrativa clínica, escreva divergências e hipóteses com cautela e recomende apenas o que se liga aos achados.

Da compreensão do caso à intervenção

Do achado ao indicador de evolução: necessidade, objetivo, estratégia e acompanhamento. Prática: plano terapêutico a partir de um caso completo.

Supervisão clínica: o caso é seu

Cada participante traz um caso real anonimizado e percorre, com Amanda, da queixa aos próximos passos. Você sai com seu Plano de Desenvolvimento Profissional.

Tudo isso em 8 encontros de 2 horas, em grupo de até 10 profissionais.

  • FerramentaMatriz da Pergunta Clínica
  • PráticaMesa Clínica com casos complexos
  • EntregaPlano de Desenvolvimento Profissional
Ver todos os temas de cada encontro
01Do sintoma à pergunta clínica

Objetivo: Aprender a não aceitar a queixa pronta.

  • Queixa não é hipótese
  • O que a família diz × o que a escola diz × o que aparece clinicamente
  • Como formular perguntas investigativas
  • O que pode estar por trás de “não aprende”, “não presta atenção”, “não interpreta”, “não memoriza”
  • Desenvolvimento, ambiente, aprendizagem, aspectos emocionais, sensoriais, linguagem e funções executivas
  • Como identificar informações que ainda estão faltando e evitar conclusões precoces

Prática: A partir de uma queixa inicial, o grupo constrói coletivamente o mapa de investigação.

Ferramenta: Matriz da Pergunta Clínica

02Avaliação com propósito

Objetivo: Aprender a construir uma avaliação individualizada, pensando antes de escolher instrumentos.

  • O que preciso investigar e por que estou avaliando essa habilidade?
  • O instrumento responde à minha pergunta?
  • Instrumentos padronizados, escalas, tarefas clínicas e observação qualitativa
  • Dados da escola e da família
  • Quando ampliar ou reduzir uma avaliação e quando é preciso investigação complementar
  • Limites profissionais e encaminhamentos

Prática: Três crianças chegam com a mesma queixa, “dificuldade escolar”: o grupo monta três avaliações diferentes.

03O que o resultado NÃO mostra

Objetivo: Aprofundar a análise qualitativa.

  • O escore não conta toda a história
  • Como a criança inicia e mantém a tarefa, estratégias utilizadas e tipo de erro
  • Necessidade de repetição, mediação, autocorreção, impulsividade, flexibilidade, planejamento, tempo, fadiga e monitoramento
  • Comportamento diante do erro
  • Duas crianças com resultado semelhante podem ter funcionamentos completamente diferentes

Prática: Análise de protocolos ou casos anonimizados.

04Raciocínio clínico e integração dos achados

Objetivo: Aprender a juntar as peças.

  • Anamnese + escola + observação + instrumentos + comportamento + desenvolvimento + contexto = compreensão do caso
  • Achado isolado × padrão consistente; convergência e divergência dos dados
  • Como lidar com família e escola apresentando informações opostas
  • Hipóteses concorrentes: o que sustenta e o que enfraquece cada uma
  • O que ainda precisa ser investigado e quando não é possível concluir
  • Diagnóstico diferencial dentro dos limites da atuação

Prática: Mesa Clínica: o grupo recebe um caso complexo e defende suas hipóteses com evidências.

05Casos que confundem

Objetivo: Desenvolver o pensamento diferencial.

  • Manifestações que podem se sobrepor: TDAH, TEA, transtornos específicos de aprendizagem, TPAC, altas habilidades/superdotação e dupla excepcionalidade
  • Ansiedade e aspectos emocionais, sono e rotina, uso excessivo de telas, dificuldades visuais/auditivas e lacunas pedagógicas

Prática: “Qual hipótese você seguiria e por quê?”

06Relatório que demonstra raciocínio

Objetivo: Transformar dados em narrativa clínica.

  • Evitar o relatório “teste por teste” e integrar resultados
  • Como escrever divergências e apresentar hipóteses com cautela
  • O que sustenta cada conclusão
  • Recomendações realmente relacionadas aos achados e encaminhamentos coerentes
  • Linguagem técnica sem exageros e sem ultrapassar a atuação profissional

Prática: Reconstrução coletiva de uma conclusão frágil.

07Da compreensão do caso à intervenção

Objetivo: Fazer a avaliação mudar a intervenção.

  • Achado → necessidade → objetivo → estratégia → indicador de evolução
  • “Memória de trabalho baixa” não é um objetivo terapêutico: é preciso traduzir o achado em algo que se possa modificar funcionalmente
  • Onde isso prejudica a criança? O que quero modificar funcionalmente? Como saberei se melhorou?
  • Priorização de objetivos e plano individualizado
  • Funções executivas, leitura/escrita, matemática, interpretação e autonomia
  • Generalização para escola e cotidiano, registro da evolução, reavaliação, alta e mudança de conduta

Prática: Construção de um plano terapêutico a partir de um caso completo.

08Supervisão clínica: o caso é seu

Objetivo: Um encontro diferente dos demais: cada participante traz um caso real anonimizado.

  • Queixa → dados → avaliação → achados → hipóteses → lacunas → intervenção → próximos passos
  • Amanda conduz o raciocínio do grupo sem simplesmente entregar a resposta
  • Ao final, cada profissional constrói seu Plano de Desenvolvimento Profissional: o que já faz bem, onde ainda tem insegurança, o que precisa estudar, o que precisa modificar na prática e quais casos ainda exigem supervisão

Ferramenta: Plano de Desenvolvimento Profissional

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Amanda Berg, Neuro/Psicopedagoga e mentora

Sua mentora

Amanda Berg

Neuro/Psicopedagoga, Educadora Especial, Mentora e Supervisora Educacional. Atua com avaliação e intervenção, presencial em Foz do Iguaçu (PR) e online, e orienta pais e profissionais em suas jornadas.

É aplicadora com certificação ADOS-2 para avaliação relacionada ao TEA e compartilha, no Instagram, conteúdos sobre aprendizagem, dislexia e prática clínica.

Na mentoria, Amanda conduz o raciocínio do grupo sem entregar a resposta pronta: o objetivo é que você desenvolva critério para decidir com segurança nos seus próprios casos.

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Conteúdos sobre aprendizagem, desenvolvimento e prática neuro/psicopedagógica em @amandaberg.psico.

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Amanda Berg | Neuro/Psicopedagoga

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Quem sou eu? — Amanda Berg Quando aprender fica mais difícil, existe uma explicação Oi gente, tudo bem? — reel O Augusto consegue fazer — reel Clube das Mentes Curiosas 3 jogos para estimular a leitura e a linguagem com adolescentes Dica de leitura: Entendendo a Dislexia Dislexia: quais sinais merecem atenção?

Perguntas frequentes

Para quem é a mentoria?

Para psicopedagogas, neuropsicopedagogas e profissionais da aprendizagem que já estão em atuação e querem aprofundar a prática, com mais raciocínio clínico, integração dos dados e planejamento individualizado.

Como são os encontros?

São 8 encontros de 2 horas, em grupo de até 10 profissionais. Cada encontro tem uma prática: construir mapas de investigação, montar avaliações, analisar protocolos anonimizados, defender hipóteses em mesa clínica e elaborar planos de intervenção.

A mentoria ensina a diagnosticar?

Não. A proposta não é “diagnosticar tudo”, e sim ensinar a pensar: formular perguntas, escolher instrumentos com propósito, comparar hipóteses e reconhecer os limites da atuação profissional.

Preciso levar casos?

No último encontro, cada participante traz um caso real anonimizado para a supervisão clínica em grupo. Durante os demais encontros, o grupo trabalha com casos e protocolos apresentados na mentoria.

Como garanto minha vaga e quais são os valores e as datas?

As vagas são limitadas a 10 profissionais por turma. Valores, datas e formas de pagamento são enviados pelo WhatsApp: basta entrar na lista e a Amanda retorna com todas as informações.

Vagas limitadas a 10 profissionais

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